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O Selo Minas de Som, com apoio do Conservatório Estadual de Música Dr. José Zoccoli de Andrade, da Universidade Federal de Minas Gerais, Secretaria de Cultura de Minas Gerais e Governo Federal, lança os volumes 12 e 13 dos Cadernos Musicais Brasileiros, dedicados a obras de compositores brasileiros escritas especialmente para o Concurso de Piano de Ituiutaba.

Sob coordenação da professora Luciana Monteiro de Castro, a publicação reune obras para piano solo e piano a quatro mãos de 15 compositores brasileiros, cobrindo assim os 27 anos de realização contínua de um evento já tradicional na agenda brasileira da música de concerto. São eles:

  1. Calimério Soares
  2. Ronaldo Miranda
  3. Dimitri Cervo
  4. Ricardo Tacuchian
  5. João Guilherme Ripper
  6. Antonio Celso Ribeiro
  7. Denise Garcia
  8. Oilliam Lana
  9. Marcos Vieira Lucas
  10. Liduino Pitombeira
  11. Alexandre Schubert
  12. Pauxy Gentil-Nunes
  13. Estercio Marquez Cunha
  14. Marisa Rezende
  15. Maria Helena Rosas Fernandes

A publicação contou com uma equipe numerosa, sob a coordenação da profa. Denise Martins (Conservatório de Ituiutaba).

Os volumes podem ser baixados gratuitamente no sítio do Selo Minas:

Selo Minas de Som – Cadernos Musicais Brasileiros 🔗

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Não fosse isso e era menos / não fosse tanto e era quase. O título do livro de Paulo Leminski anuncia ao leitor a instigante viagem por seus hai-kais e poemas arrebatadores. No sábado, dia 14 de dezembro de 2019, a soprano Doriana Mendes e o violonista Marco Lima apresentaram a peça Não fosse isso…, para canto e violão, de Pauxy Gentil-Nunes, baseada em cinco poemas curtos do livro de Leminski. 

A peça é uma transcrição de uma obra original para sexteto (soprano, flauta, saxofones soprano e tenor, guitarra elétrica, percussão múltipla e eletrônica), composta para o Abstrai Ensemble e estreada em 2014, no MUAC – Museu Universitario de Arte Contemporanea, cidade do Mexico, pelo próprio Abstrai Ensemble, na serie Musica en Mexico

Doriana e Marco fizeram a estreia da versão para canto e violão, que conta com três números (dos sete originais) – Barro, La Lucha e Cortina.

O concerto contou também com peças para canto e violão dos outros compositores do Prelúdio 21 – Alexandre Schubert, Caio Senna, José Orlando Alves, Neder Nassaro, Marcos Vieira Lucas.

Prelúdio 21 - Música do Presente
Duo Doriana Mendes e Marco Lima - canto e violão 
Seis obras contemporâneas brasileiras (Alexandre Schubert, 
Caio Senna, José Orlando Alves, Neder Nassaro,
Marcos Lucas, Pauxy Gentil-Nunes
14 de dezembro - 15 horas
Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal 
Av. Rio Branco, 241 – Centro (Cinelândia) - Rio de Janeiro
Entrada Franca

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No dia 30 de novembro, às 15 horas, o Duo Santoro fez a estreia da peça Três Canções, para duo de violoncelos. A peça tem três movimentos – Ostinato, Modinha-Cânon e Macacoari e é dedicada a Paulo e Ricardo Santoro.

O evento faz parte da série Prelúdio 21 – Música do Presente e incluiu também obras dos outros membros do grupo de compositores – Alexandre Schubert, Caio Senna, José Orlando Alves, Neder Nassaro e Marcos Lucas. O duo homenageia o compositor Sérgio Roberto Oliveira, um dos fundadores do grupo, e que teve sua passagem em 2017, com a inclusão de uma obra sua.

Prelúdio 21 - Música do Presente - Duo Santoro
Paulo Santoro e Ricardo Santoro - violoncelos
7 obras contemporâneas brasileiras (Alexandre Schubert, 
Caio Senna, José Orlando Alves, Neder Nassaro, 
Marcos Lucas, Pauxy Gentil-Nunes e 
Sérgio Roberto de Oliveira)
30 de novembro - 15 horas
Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal 
Av. Rio Branco, 241 – Centro (Cinelândia) - Rio de Janeiro
Entrada Franca

No dia 28 de setembro, às 15 horas, o Trio Ágora, formado por Ayran Nicodemo, Thalita Vieira (violino) e Ana Luíza Lopes (viola), fez a estreia de minha peça “Três Miniaturas”, para trio de cordas, no concerto da série Prelúdio 21 – Música do Presente. 

Trio Ágora

Para compor “Três Miniaturas” usei um recurso poético chamado “Particionamento Instrumental”, que é uma formalização das técnicas instrumentais relacionadas à textura, desenvolvida por Bernardo Ramos, Pedro Miguel Moraes e por mim em alguns trabalhos recentes.

O concerto contou com obras de todos os membros do grupo Prelúdio 21 – Alexandre Schubert, Caio Senna, José Orlando Alves, Neder Nassaro, Marcos Lucas e Pauxy Gentil-Nunes.

Prelúdio 21 - Música do Presente - Trio Ágora
Ayran Nicodemo, Thalita Vieira (violino) e Ana Luíza Lopes (viola)
Seis estreias de obras contemporâneas brasileiras (Alexandre Schubert, Caio Senna, José Orlando Alves, Neder Nassaro, Marcos Lucas, Pauxy Gentil-Nunes)
28 de setembro  - 15 horas
Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal 
Av. Rio Branco, 241 – Centro (Cinelândia) - Rio de Janeiro
Entrada Franca

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No último dia 31 de agosto de 2019, o Prelúdio 21 recebeu o violonista Fabio Adour para o seu recital de agosto.

Fabio Adour é um dos mais importantes violonistas brasileiros, pela sua impressionante desenvoltura técnica e o seu envolvimento com repertório inovador e desafiador.

Fabio Adour e Prelúdio 21

O concerto do Prelúdio 21 contou com obras de seus seis integrantes – Alexandre Schubert, Caio Senna, José Orlando Alves, Marcos Vieira Lucas e Neder Nassaro.

O repertório me impressionou (não conhecia todas as peças) e foi aventado de fazermos um CD com as obras, inclusive do compositor já falecido, Sérgio Roberto de Oliveira, que foi homenageado com a execução da obra “Madureira”.

Minha obra, Tocata (2011), foi tocada pela primeira vez pelas mãos desse brilhante intérprete amigo e colega no ABSTRAI Ensemble, no grupo de pesquisa Performance Hoje e na Graduação e Pós-Graduação da UFRJ (PPGM-UFRJ). Foi um momento especial, pois a execução foi brilhante e extremamente musical. Tocata já foi tocada com perfeição por vários intérpretes, mas foi uma satisfação muito grande ver o intérprete de Suarabácti, minha outra peça para violão, dar a mesma vida e impulso para essa obra mais recente.